top of page

A INFLUÊNCIA DA INCLUSÃO DIGITAL E DA PROVA BRASIL NA PRÁXIS PEDAGÓGICA: ESTRATÉGIAS E AÇÕES PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA

Janne Márcia Silva Rocha

Universidad Americana

Lattes: http://lattes.cnpq.br/3162735948599834

ORCID: https://orcid.org/0009-0001-4519-2363

E-mail: producaoacademica90@gmail.com

​

DOI-Geral: http://dx.doi.org/10.47538/RA-2023.V2N3
DOI-Individual: http://dx.doi.org/10.47538/RA-2023.V2N3-49

​


RESUMO:

A presente pesquisa teve como objetivo descrever a influência do resultado da Prova Brasil na formação do professor generalista para o ensino da matemática. A pesquisa de cunho bibliográfico caracterizou a formação do professor generalista e a importância da formação continuada para o ensino da Matemática nos anos iniciais da educação básica, conferiu a influência da Prova Brasil no uso de ações e estratégias na prática pedagógica e constatou sua relevância na construção do saber matemático. Os resultados apontam que projetos diferenciados, compromisso, dedicação, apoio pedagógico e continuidade na formação, desenvolvidos por ambas as escolas contribuem para o ensino e aprendizagem proficiente da matemática. Espera-se que esse estudo possa ser relevante para que o professor generalista invista em sua carreira acadêmica afim de que os alunos aprendam e as escolas alcancem as metas educacionais propostas pelo IDEB além, de que as escolas venham interpretar os resultados da Prova Brasil, não como um instrumento de ranqueamento, mas de reflexão e mudança no espaço escolar e na busca de qualidade de ensino.


PALAVRAS-CHAVE:

Prova Brasil. Professor Generalista. Matemática. Prática Pedagógica.

​

BIOGRAFIA DO AUTOR:

Atualmente estou como Professora de Matemática no Ensino Fundamental e Médio na rede estadual do Paraná e Professora do Ensino Fundamental anos iniciais na rede municipal de Ivatuba. Fiz mestrado em Ciência da Educação no Paraguai que está em andamento para revalidação.

​

​

REFERÊNCIAS

BERTINI, L. F. Compartilhando conhecimentos no ensino da Matemática nas séries iniciais: uma professora no contexto de tarefas investigativas. 2009. 135 f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal de São Carlos, São Paulo.


BRASIL, L. A. S. Aplicações da teoria de Piaget ao ensino da Matemática. 1ª edição. Rio de Janeiro: Forense-Universitária Ltda, 1977.


BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, nº 9394/96. Estabelece as diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília, DF: MEC/SEMTEC, 1996. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9394.htm acesso em 24/08/22.


BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Conversa de Professor: Matemática. Cadernos da TV escola. Secretaria de Educação à Distância. Brasília, 1996.


BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. PCN – Parâmetros curriculares nacionais: matemática. Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília : MEC/SEF, 1997.


BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. PCN - Parâmetros Curriculares Nacionais: Matemática – Volume 3, 2ª. Edição, Brasília, 2000, DP&A Editora.


BRASIL Presidência da República Casa Civil. Subchefia para assuntos jurídicos. Decreto nº 3.276/1999 (DECRETO DO EXECUTIVO) 06/12/1999. Dispõe sobre a formação em nível superior de professores para atuar na educação básica, e dá outras providências. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/D3276.htm acesso em 24/02/13 às 11h.


BRASIL Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: matemática. 2. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2000.


BRASIL Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: matemática. Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília: MEC/SEF, 2001.


BRASIL Ministério da Educação. Prova Brasil, 2012. Disponívelhttp://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=210&Itemi d=324 acesso em 02/08/22.


BROOKE, N.; SOARES, J. F. (Orgs). Pesquisa em eficácia escolar: origens e trajetórias. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2008.


BROUGÈRE, G. Jogo e educação. Tradução: Patrícia Chittoni Ramos. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998. 218 p.


D’AMBROSIO, B. S. Formação de Professores de Matemática para o século XXI: o grande desafio. Pró-Posições, Campinas nº 1 (10), pag. 35-40, março de 1993.


D’AMBRÓSIO, U. Educação Matemática: da teoria à prática. 6ª edição. Campinas: Papirus, 2000.
DE MAIO, W.; CHIUMMO, A. Didática da Matemática. Rio de Janeiro: LTC, 2012. 161 p.


DISTRITO FEDERAL. Secretaria de Estado de Educação. Subsecretaria de Desenvolvimento Educacional - Diretoria do Censo Escolar. Taxa do rendimento em 2010/2011 por ano/série, segundo região administrativa. Censo escolar 2011 - rede publica estadual. Disponível em: < htpp: www.se.df.gov.br/wp- content/uploads/pdf_se/Censo/2011_210t_ef_pub_ra.pdf > acesso em 02/07/2013 às 18h03.


DISTRITO FEDERAL. Secretaria de Estado de Educação. Subsecretaria de Planejamento e Inspeção de Ensino - Diretoria de Pesquisa. Gerência de Estudos e Análise de Dados. Disponível em: acesso em 28/09/2022.


DISTRITO FEDERAL. Secretaria de Estado de Educação. Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação. Formação e prática profissional: novos cenários da educação e inovações pedagógicas, 2013.


DISTRITO FEDERAL. Secretaria de Estado de Educação. Artigo 172 do Regimento Interna. SEDF/Portaria nº 06 de 03 de fevereiro de 2011. http://www.sinprodf.org.br/wp-content/uploads/2012/02/minuta-final-de-2012.pdf acesso em 26/10/22.


DUARTE, A. L. A.; CASTILHO, S. F. R. Metodologia da Matemática. 2ª edição, volume 1 - Belo Horizonte: Vígilia, 1985.


FREITAG, B.; MOTTA, V. R.; COSTA, W. F. C. Etodologia da Matemática. 3ª edição. São Paulo: Cortez, 1997. 159 p.


KAMII, C. A criança e o número. 27ª edição. Tradução: Regina A. de Assis. Campinas,

SP: Papirus, 2000.


KAMII, C. JOSEPH, L. L. Crianças pequenas continuam reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. Porto Alegre, RS: Artmed, 2005.


KAMII, C. Aritmética: Novas Perspectivas Implicações da Teoria de Piaget. 6ª edição. Tradução: Cestari T. Lellis, Marta Rabioglio e Jorge José de Oliveira. Campinas, SP: Papirus, 1997.


LIBÂNEO, J. C. Pontos Críticos doa atuais cursos de Pedagogia. Presença Pedagógica, v. 11, n. 65, set./out. 2005.


LIBÂNEO, J. C. Organização e Gestão Escolar: teoria e prática. 5 ed. Goiânia: Editora Alternativa, 2004.


LIBÂNEO, J. C. Congressos, seminários de educação: espaços de desenvolvimento profissional ou mercado de entusiasmo? Revista de Educação AEC, v. 27, nº 109. AEC do Brasil. Disponível em: www.aecbrasil.org.br outubro/dezembro, 1998.


LÜCK, H. Perspectivas da Gestão Escolar e Implicações quanto à Formação de seus Gestores. Em aberto, Brasília, v. 17, nº 72, p. 11-33. Fev/jun. 2000.


LÜCK, H. Concepções e processos democráticos de gestão educacional. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.


MARQUES, M. O. Formação do Profissional da Educação. Coleção Educação; 13. Ijiú: UNIJIÚ, 2000.


MARQUES, R. N. Escolas Bem-sucedidas: como são? um estudo de caso de duas escolas públicas do Distrito Federal, 2012. 118 f. Tese (Mestrado em Educação), Universidade Católica de Brasília – Brasília.


MERCADO, L. P. L. Formação Continuada de Professores e Novas Tecnologias. Maceió: EDUFAL, 1999.


ROSA, M. Role Playing Game Eletrônico: uma tecnologia lúdica para aprender e ensinar Matemática, 2004. 170f. Dissertação (Mestrado em Educação Matemática) – UNESP – Rio Claro.


SAVIANI, D. Educação: do senso comum à consciência filosófica. 17ª. Edição. Campinas: Autores Associados, 2007.


SCHÔN, D. Educando o Profissional Reflexivo: um novo design para o ensino e a aprendizagem. Porto Alegre: Artmed Editora, 2000.


SERRAZINA, L. A formação para o ensino da Matemática nos primeiros anos: que perspectivas? In: SANTOS, Leonor; CANAVARRO, Ana Paula; 2005.


SOUZA, Â. R. Perfil da gestão escolar no Brasil. 2006. 302 fls. Tese (Doutorado em Educação), Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – São Paulo.


​

​

​

Revista Amplamente v2n3.png

COMO CITAR:​

​

ROCHA, J. M. S. A influência da inclusão digital e da Prova Brasil na práxis pedagógica: estratégias e ações para o ensino da matemática. Revista Eletrônica Amplamente, Natal/RN, v. 2, n. 3, p. 806-823, jul./set. 2023.

Publicado: agosto 2023

LICENÇA:

 

Licença CC-BY-NC-ND​

​

Todo o conteúdo desta Revista eletrônica está licenciado sob uma Licença de atribuição Creative Commons. Atribuição-NãoComercial-
SemDerivações 4.0 Internacional.

Atribuição — Você deve dar o crédito apropriado, prover um link para a licença e indicar se mudanças foram feitas. Você deve fazê-lo em qualquer circunstância razoável, mas de nenhuma maneira que sugira que o licenciante apoia você ou o seu uso.

NãoComercial — Você não pode usar o material para fins comerciais.

SemDerivações — Se você remixar, transformar ou criar a partir do material, você não pode distribuir o material modificado.

Download

bottom of page